
A coleção inclui duas referências: Alvarinho, mais leve e cítrica, e Vinhão, mais profunda e intensa. Ambas são fermentadas com mosto e contacto pelicular das respetivas castas, equilibrando a doçura natural da fruta com a acidez vibrante típica da região dos Vinhos Verdes. Servem‑se frescas, entre os 5 ºC e os 8 ºC, e surgem em tiragem limitada a 500 unidades por versão — um detalhe que reforça o carácter artesanal do projeto e a ligação ao território. É neste cruzamento entre tradição agrícola, processos ancestrais e inovação que a bebida se afirma como uma kombucha, sem álcool, que dialoga diretamente com o universo do vinho, sem tentar imitá‑lo.
A colaboração entre ‘Aquela Kombucha’ e ‘TAU! Vinho’ nasce de encontros, viagens e conversas que foram maturando ao longo do tempo. Tal como o vinho que viajou do Cáucaso até à Península Ibérica, também esta proposta percorreu caminhos improváveis: das vinhas biológicas de Alvarinho e das pequenas parcelas de Vinhão no Cávado até à fábrica de fermentação na Maia, passando por uma vindima em Barcelos marcada por percalços logísticos que hoje fazem parte da história da bebida. Esta edição é acompanhada por rótulos concebidos pelo artista Fernando Travassos, que tratou cada garrafa como uma pequena pintura, preservando irregularidades e explorando manchas e gestos que ecoam o carácter experimental do líquido.
A nova criação surge depois de, em 2024, a ‘Aquela Kombucha’ ter lançado a primeira kombucha vínica portuguesa em parceria com a ‘Ciclo Vinhos’. Esta segunda incursão aprofunda o caminho de experimentação e reforça a ligação da marca ao universo vínico, mantendo‑se fiel à sua abordagem independente e consciente. E, embora se inspire no vinho verde e nas suas castas, a bebida posiciona‑se claramente como uma kombucha — sem álcool — pensada para petiscos, encontros longos ou simplesmente para quem procura novas formas de beber sem recorrer ao álcool.






















