Início Desporto Motorizados CUPRA KIRO: na Fórmula E, a corrida começa muito antes de os...

CUPRA KIRO: na Fórmula E, a corrida começa muito antes de os semáforos se apagarem

CUPRA KIRO revela como simulações, dados em tempo real e coordenação entre engenheiros e pilotos moldam cada corrida de Fórmula E

CUPRA KIRO
CUPRA KIRO: na Fórmula E, a corrida começa muito antes de os semáforos se apagarem - ®DR

Na Fórmula E, o desempenho competitivo não começa na grelha de partida. É construído através de engenharia estratégica, modelação de cenários e análise contínua de dados. No centro deste processo está a CUPRA KIRO, que transforma variáveis técnicas em decisões operacionais capazes de influenciar cada corrida.

CUPRA KIRO e a arquitetura antecipada da corrida

Na estrutura da CUPRA KIRO, a preparação para cada prova começa ainda na fase de desenvolvimento da temporada, com recurso a simulações avançadas que testam o comportamento do monolugar em múltiplos contextos.

Cerca de três semanas antes de cada corrida de Fórmula E, a FIA disponibiliza os dados técnicos do circuito. A partir desse momento, inicia-se a construção do modelo estratégico da prova.

Este modelo integra variáveis como gestão energética, comportamento do pelotão e utilização do Attack Mode — um mecanismo da Fórmula E que permite aos pilotos aceder temporariamente a potência adicional numa zona específica da pista.

David Crespo, engenheiro de estratégia da CUPRA KIRO, descreve esta fase como um exercício de preparação de respostas e não de previsões absolutas: “O objetivo não é antecipar uma corrida perfeita, mas sim preparar a equipa para qualquer cenário possível em pista.”

E acrescenta: “Trabalhamos com indicadores de desempenho e dados históricos para identificar padrões e transformar esses padrões em cenários operacionais.”

CUPRA KIRO e a gestão dinâmica de energia na Fórmula E

Na Fórmula E, a energia disponível é uma variável crítica e limitadora. Para a CUPRA KIRO, a gestão energética determina o perfil estratégico de cada corrida.

A equipa desenvolve múltiplos cenários operacionais onde são definidos momentos ideais para ataque, defesa ou conservação de energia, dependendo da evolução da corrida.

Crespo resume essa complexidade:

“Cada corrida é construída com várias camadas de decisão. Não existe um único plano, existem respostas adaptativas para diferentes leituras da corrida.”

CUPRA KIRO em tempo real: decisão operacional em pista

Durante o fim de semana de corrida, a estratégia da CUPRA KIRO evolui continuamente com base nos dados recolhidos em pista.

Os engenheiros monitorizam em tempo real tempos por volta, diferenças entre pilotos e níveis de energia. Estes indicadores são determinantes para decisões como a ativação do Attack Mode ou ajustes na gestão de ritmo.

Ignacio Llanso, engenheiro de estratégia da equipa, sublinha o papel da análise contínua:“Os dados em corrida são o que transforma o plano inicial numa estratégia viva. São eles que determinam quando agir e como reagir.”

Este processo é reforçado pelo Mission Control, em Silverstone, que acompanha informação adicional como meteorologia, evolução do pelotão e estratégias dos adversários, garantindo uma visão global da corrida em tempo real.

CUPRA KIRO e a integração entre humanos e engenharia

Apesar da elevada complexidade dos sistemas de análise, a decisão final continua a depender da leitura humana em pista.

Os pilotos da CUPRA KIRO desempenham um papel central na validação da estratégia, fornecendo feedback direto sobre aderência, comportamento do carro e evolução das condições de corrida.

Crespo destaca este equilíbrio: “Os pilotos têm prioridade na interpretação do que está a acontecer. A sua perceção é fundamental para validar ou ajustar qualquer decisão estratégica.”

Llanso reforça o desafio operacional: “A informação tem de ser precisa e útil. O excesso de dados pode ser tão limitador quanto a falta deles.”

CUPRA KIRO e a construção invisível do resultado

Na Fórmula E, cada resultado é a consequência de um processo contínuo que combina simulação, análise de dados e execução em pista.

Na CUPRA KIRO, a engenharia estratégica funciona como uma estrutura adaptativa onde cada decisão é suportada por dados, mas validada pela experiência humana.

A corrida, nesse contexto, não começa no momento da partida. Começa semanas antes, quando a estratégia ainda existe apenas como um conjunto de variáveis em análise.

aNOTÍCIA.pt