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É Um Encontro junta gastronomia e culturas do mundo na Amadora

É Um Encontro reúne chefs, comunidades e culturas na Amadora, cruzando gastronomia, música, dança e tradições de diferentes geografias.

É Um Encontro no Parque Central da Amadora
O Parque Central da Amadora recebe o É Um Encontro, festival que cruza gastronomia, música e culturas do mundo - ©Armando Saldanha (Aldrabiscas) - foto de arquivo

A gastronomia, a música e as culturas do mundo voltam a encontrar-se na Amadora. É Um Encontro regressa ao Parque Central com três dias de programação que juntam chefs, cozinheiros de diferentes comunidades, artistas e agentes culturais, num programa onde a comida surge ligada à identidade, à memória e à diversidade cultural.

Promovido pela Associação CRESCER, É Um Encontro cruza showcookings, workshops e tertúlias com música, dança e tradições de diferentes geografias. A programação inclui nomes conhecidos da gastronomia portuguesa e representantes de comunidades presentes na Amadora, criando um espaço de partilha em que diferentes referências culturais convivem no mesmo programa. O Parque Central transforma-se, assim, no cenário de uma programação que aproxima experiências culinárias, manifestações artísticas e momentos de reflexão sobre a forma como a cultura se constrói e se transmite. A presença de associações e representantes de várias comunidades acrescenta ao programa uma dimensão social e cultural ligada à realidade do município.

É Um Encontro cruza sabores e culturas

A gastronomia ocupa uma posição central em É Um Encontro, mas o festival estende-se a outras formas de expressão. Entre os convidados da cozinha estão Pedro Pena Bastos, Kiko, Tia Cátia, Chakall e Vítor Sobral, aos quais se juntam cozinheiros de diferentes comunidades.

A sexta-feira, 11 de setembro, marca o início do programa com a inauguração oficial, entre as 17h00 e as 18h00. Juvino Varela abre a programação cultural e, às 19h00, Pedro Pena Bastos protagoniza o primeiro showcooking. À mesma hora, o Palco Tertúlia recebe uma conversa dedicada ao impacto e à responsabilidade das organizações.

Às 20h00, Kiko e Edward Muñoz Barrios protagonizam um showcooking de fusão, seguindo-se, às 21h00, o workshop “Picante Sem Fronteiras”, conduzido por Miguel Mesquita. A noite inclui ainda música de Mista Sanches e Deejay Igor Costa.

Gastronomia, memória e identidade na Amadora

No sábado, 12 de setembro, É Um Encontro retoma a programação ao meio-dia e prolonga-se até à meia-noite. ArtX Project abre a componente cultural às 13h00 e, às 14h00, Irene Pimenta, da Confraria Gastronómica da Amadora, conduz um momento dedicado à tradição e à memória locais.

A tarde inclui ainda o Jogo de Uril e uma proposta gastronómica da IKEA Food by Pedro Garcia. Às 18h00, Tia Cátia e Amina Abdulo encontram-se num showcooking de fusão, enquanto DUO B@A MOZ e as Batucadeiras de São Miguel de Arcanjo acrescentam diferentes expressões musicais ao programa. Ricardo Bolas, Guto Pires e Banda, DJ Nikes e MJ Souljah completam a noite.

No domingo, 13 de setembro, É Um Encontro retoma a ligação entre cozinha, tradição e reflexão. A Academia de Capoeira abre a programação cultural e, às 14h00, o chef nepalês Jangbu Sherpa protagoniza um showcooking dedicado à tradição. Em paralelo, Paulo Salvador, André Magalhães e Ruth Falcão participam numa conversa sobre literacia gastronómica, moderada por Tiago Pais.

A tarde prossegue com a dança tradicional nepalesa da Kirat Rai Society, um showcooking de Chakall e uma conversa sobre histórias e percursos ligados à comunidade da Amadora, com Paulo Battista e Janice Silva. Há ainda espaço para um workshop de Zouk & Passada.

É Um Encontro fecha com gastronomia e cultura

Às 18h00, Vítor Sobral e Fátima Vera Cruz protagonizam outro showcooking de fusão. A programação musical termina com General Mucuemba, às 19h00, e Rafa Moreira, às 20h00.

É Um Encontro apresenta a gastronomia como elemento de aproximação entre pessoas e comunidades, articulando comida, identidade, música e cultura. O cruzamento entre chefs, cozinheiros, músicos, bailarinos, associações e outros agentes culturais permite que a programação mantenha diferentes linguagens em diálogo, sem separar a cozinha das histórias e das tradições que lhe dão significado. O festival regressa ao Parque Central da Amadora entre 11 e 13 de setembro, com entrada gratuita e uma programação que reflete a diversidade cultural do território.

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